Multisig: simulador do limiar de assinaturas
Veja se as chaves restantes em um modelo m de n atingem o limiar de assinaturas. O resultado descreve a disponibilidade de assinaturas, não a segurança nem a recuperação completa da carteira.
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Veja se as chaves restantes em um modelo m de n atingem o limiar de assinaturas. O resultado descreve a disponibilidade de assinaturas, não a segurança nem a recuperação completa da carteira.
Controles: n de 2 a 7, m de 1 a n e L de 0 a n. Reduzir n também reduz m e L a n, se necessário. Esses são limites do simulador, não um limite geral do Bitcoin; m = 1 mostra um limiar de uma assinatura.
Chaves disponíveis A = n − L. O limiar é atingido quando A ≥ m; a margem adicional é max(0, A − m) e a falta é max(0, m − A). Pressupõem-se chaves distintas e que todos os titulares disponíveis possam e queiram assinar. Outra cópia de segurança da mesma chave não acrescenta uma assinatura independente.
Exemplo 2 de 3: sem perdas, a margem é de 1 chave; com 1 chave indisponível, o limiar ainda é atingido, mas a margem é 0; com 2 chaves indisponíveis, falta 1 assinatura. A indisponibilidade pode ser temporária; não significa automaticamente perda permanente dos fundos.
A recuperação também exige a configuração correta da carteira: limiar, chaves públicas de todos os participantes, ordem ou regra de ordenação, tipo de script e eventuais caminhos de derivação. Um Output Descriptor pode registrar esses dados. Chaves privadas suficientes, por si só, podem não restaurar os endereços; a configuração pública não substitui assinaturas.
O modelo exclui chaves roubadas, pontos de falha comuns, condições adicionais do script e compatibilidade entre carteiras. Assinaturas disponíveis não significam proteção contra roubo. Não se inserem chaves reais; o simulador não cria carteira, não assina nem transmite transações e não precisa de dados ao vivo.
Links para fontes
Modelo revisto em 7 de setembro de 2026